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Sobre a Coluna

“Aleluia, mais um escritor baiano! Gabriel Lopes Pontes viaja pelas mais loucas associações de ideias e pelas referências mais inusitadas num estilo meio que do absurdo, meio que pós realismo fantástico, em que constrói os personagens para depois destruí-los.”

(Lia Robatto, coreógrafa e professora universitária)

 

O escritor e cineasta Gabriel Lopes Pontes vem colaborando com a Revista O Olho da História de múltiplas maneiras, tanto como tradutor, como autor de artigos científicos e de contos. Em março de 2018 essa frutífera colaboração concretizou-se na organização e publicação da Coluna Pós-Realismo Fantástico, onde serão publicados os textos literários desse jovem e promissor escritor baiano.

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Sobre o autor

Gabriel Lopes Pontes nasceu em Salvador, em 1966, oriundo de uma família de artistas de Teatro. Profissional da área desde a mais tenra infância e por vários anos, recebeu seis prêmios por seu trabalho como dramaturgo, diretor e ator nos estados da Bahia e Sergipe.

É Bacharel e Mestre em Artes Visuais pela Universidade Federal da Bahia (UFBA), além de Doutor Honoris Causa por sua contribuição à Arte e à Educação nacionais e membro da Academia de Cultura da Bahia. Tendo atuado intensamente no campo das Artes Plásticas durante as décadas de 80 e 90, seja como pintor, desenhista ou quadrinista, realizou onze exposições individuais e participou de vinte e nove coletivas entre os estados da Bahia e Paraná, além de sete salões e bienais, nos quais foi premiado três vezes.

Historiador e Especialista em História-Imagem pela UFBA, é pesquisador da Oficina Cinema-História desta instituição. Lecionou História da Bahia, História do Brasil, História da Arte e História da Arte Contemporânea, além de diversas disciplinas ligadas à Relação História-Imagem, não só na UFBA, como na Universidade do Estado da Bahia (UNEB), na Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia (UESB), nas Faculdades São Salvador, São Tomaz de Aquino e Afonso Cláudio.

Há cerca de dez anos, abandonou o Magistério e migrou do Teatro para o Cinema, tornando-se co-fundador e co-líder do Movimento NOVOCINEMANOVO pela renovação do documentário nacional, que encontrou repercussão muito favorável na Holanda, na Alemanha e na Suécia. Com a dissolução do Movimento, iniciou carreira-solo, roteirizando e realizando em Portugal um longa-metragem documental sobre o Fado que alcançou muito favorável acolhida nos circuitos de Cinema de Arte brasileiro e português e será brevemente transmitido, em escala mundial, por uma emissora de TV de Vancouver / Canadá.

Resenhista, articulista e ensaísta; cronista, contista, novelista e romancista, colabora com frequência com o suplemento cultural do jornal “A Tarde” e com as revistas “O Olho da História” (Salvador / BA), S.I.B-NEWS (Salvador / Bahia) e “Cinema Caipira” (Rio Claro / SP), todas de circulação nacional, bem como com a venezuelana “País Portátil” (antiga “Cadernos da América Latina”), de circulação continental, que destaca seu trabalho como “Magnífico” e o aponta como “El gran ensayista de Bahia”. Um de seus artigos valeu-lhe, em 2003, um prêmio nacional.

Colaborou com Lucas Virgolino e Tau Tourinho no pré-roteiro dos curtas documentais “Incarcânu a Tiortina – Quando o Vício é a Liberdade.”, “A Jega Recebedeira – Quando o Amor é Animal”, “Os Zumbis de Maria Mandú”, e “11 Diferente”. Assina o roteiro do curta documental “MLP 60”; do longa ficcional “Um Desfile de Lingerie” e do documentário televisivo “Bahia Forte”

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