Outros números


Número 22

Lançado em abril de 2016, trouxe um dossiê especial, A obra de DARDOT e LAVAL e as interpretações da crise neoliberal, com textos do filósofo Pierre DARDOT e do sociólogo Christian LAVAL sobre a crise neoliberal e a emergência de movimentos emancipatórios, além das já clássicas seções sobre a crise no mundo e no Brasil e sobre cinema, cultura e sociedades.


Número 21

O número 21, lançado em julho de 2015, lançou um novo dossiê Teorias críticas: marxianos, heterodoxos e ecléticos, que se repetiria nos números subsequentes. O número foi ilustrado pela coleção Bolo no buzu, da artista plástica Lilian Morais.


Número 20

Datado de dezembro de 2013, o número 20 publicou vários artigos com o intuito de continuar esclarecendo o leitor sobre o tema da crise econômica mundial, e seus desdobramentos políticos e sociais.


Número 19

Lançado em dezembro de 2012, o número 19 contemplou os já tradicionais dossiês Crise no mundo e a Crise na América Latina e no Brasil, além do intitulado Imagem, cultura e sociedades. Também publicou textos inéditos no dossiê Teorias críticas: marxianos, heterodoxos e heréticos, que acompanhará os números seguintes. Além de resenhas.


Número 18
Além dos tradicionais dossiês sobre a crise no mundo e no Brasil e um terceiro sobre cinema, cultura e sociedades, no número 18 foi destacado o II Colóquio Internacional: o cinema sob o prisma da história, que aconteceu no Marrocos, em maio de 2012, juntamente com o Festival de Cinema de Martil.


Número 17
Além de um dossiê sobre a crise no mundo e de outro sobre a relação cinema-história, o número 17 também contou com um dossiê organizado por uma das colaboradoras da Revista, a Profa. Beatriz de las Heras da Universidade Carlos III de Madri.


Número 16
Este número também contou com um dossiê sobre a crise no mundo e na América Latina e de outro sobre a relação cinema-história. Também foi publicado um dossiê sobre o produtivismo acadêmico e a crise na educação. Outro dossiê foi organizado por um dos colaboradores da Revista, o Prof. José D´Assunção Barros (UFRRJ).


Número 15
Além de um dossiê sobre a crise no mundo e na América Latina e de outro sobre a relação cinema-história, o número 15 também contou com um dossiê organizado por uma das colaboradoras da Revista, a Profa. Maria do Socorro Carvalho (UNEB).


Número 14
Lançado em julho de 2010, trouxe um dossiê especial sobre a situação política, econômica e social do Haiti após a catástrofe do início de 2010.


Número 13
Em dezembro de 2009 foi lançado o número 13 in memorian aos 70 anos do término da Guerra de Espanha (1939-2009), com imagens e artigos inéditos.


Número 12
Lançado em julho de 2009, o número 12 foi intitulado Mundo urgente: sob o signo das crises, trazendo um dossiê especial analisando a conjuntura das crises das sociedades capitalistas.


Número 11
Em dezembro de 2008 foi lançado o número 11, in memoriam a Pierre Fougeyrollas, com artigos originalmente apresentados no Minissimpósio Cinema-história como laboratório da razão poética, coordenado pelos Profs. Drs. Marcos Silva e Jorge Nóvoa, durante o IV Simpósio Nacional de História Cultural: Sensibilidades e Sociabilidades (de 13 a 17 de outubro de 2008, em Goiânia).


Número 10
O número 10 trouxe um dossiê sobre o I Congresso Internacional de Cinema e História, que aconteceu em Madri, em setembro de 2008, sob a coordenação de Gloria Camarero, Beatriz de las Heras e Vanessa Cruz.


Número 9
Lançado em 2006, o número 9, como seu antecessor número 2, também teve um dossiê inédito sobre a Guerra Civil Espanhola.


Número 8
O número oito, lançado em janeiro de 2006, contou com quatro dossiês: História em Debate, Educação e Tecnologia, Arte e Ciências Sociais e Resenhas de Filmes e Livros.


Número 7
Mantendo sua periodicidade, o número 7 foi publicado em abril de 2005, contando com um dossiê exclusivo sobre o III Congresso Internacional de História em Debate e outro sobre Costa Gavras.


Número 6
Depois de seis anos, O Olho da História ressurgiu como uma fênix! O número seis foi publicado em julho de 2004, já no formato on-line. Todos os artigos giraram em torno do objeto-problemática fundamental da Revista, a relação cinema-história.


Número 5 (versão impressa, últimos exemplares)
Lançado em setembro de 1998, no número 5 foram publicados dois textos, que apesar dos mais de dez anos já passados, ainda nos fazem refletir sobre a atualidade: A mundialização do capital e a acumulação financeira neoliberal: elementos de ruptura, de François Chesnais e A crise da cultura, do saudoso Pierre Fougeyrollas.


Número 4 (versão impressa, últimos exemplares)
O número 4, lançado em julho de 1997, contou com um dossiê intitulado Trabalho e revoluções na modernidade e outro Repensando as humanidades.


Número 3 (versão impressa esgotada)
Com um dossiê especial sobre Canudos (Visões de Canudos: 100 anos), o número 3 é de dezembro de 1996. Destaque do número foi o texto do Editor Jorge Nóvoa, A era da corrupção: PC Farias não está morto!!, que ainda se mantém atual.

Número 2 (versão impressa esgotada)
O número 2 foi lançado em junho de 1996, com um dossiê especial sobre os 60 anos da Guerra de Espanha: A Guerra Civil Espanhola em perspectiva: sessenta anos depois.


Número 1 (versão impressa esgotada)
Em novembro de 1995 foi publicado o primeiro número de O Olho da História, apresentando dois dossiês que já revelavam sua identidade (Sobre a relação cinema-história e A história nas telas) e que estariam presentes nos demais números.